Date Archives julho 2021

Entenda A Mudança Dos Relacionamentos Nos Tempos Modernos

Em virtude disto, atualmente tem se mostrado tarefa árdua aos juristas a diferenciação entre um instituto e outro. Os números ainda são tímidos e não computados de forma oficial, porém, de acordo com Colégio Notarial do Brasil Seção São Paulo, em 2016 foram formalizados 25 contratos deste tipo em todo o país.

Ninguém precisa gastar horas numa conversa pessoal ou telefônica namorar uma pessoa com depressão somente para conservar a amizade? Nina cita o caso de dois namorados que foram estudar no exterior e dividiram um quarto.

Hoje, a fluidez dos afetos torna as coisas muito mais nebulosas. Parece haver ainda algum pudor em falar de filhos por medo de afastar potenciais parceiros/as. Se tem filhos, eles farão para sempre parte da sua vida e por isso, evite deixar o tema cantadas para mais tarde. Quem tiver de se afastar por causa deste tema, melhor que o faça antes que estejam numa fase de envolvimento séria e que traria demasiado sofrimento para ambas as partes. Lembre-se que há quem também já tenha filhos ou que simplesmente não veja tal como um fator impeditivo para uma relação a dois. É qualidade mais procurada num parceiro mas muitas vezes somos nós que nos esquecemos de ser honestos.

namoro nos tempos modernos

União Estável

Nos litígios, quem costuma pedir o reconhecimento da união estável é sempre a mulher? Quem reclama normalmente é o lado que possui menor poder aquisitivo, o que não precisa ser definido pelo sexo”, responde Cristiane. Por outro lado, ela cita um caso em que o rapaz provou que havia comprado o imóvel sozinho e para si, justamente pensando na hipótese de a relação não dar certo. Nesse caso, o STJ reconheceu que havia namoro qualificado. Nem sempre temos a melhor experiência em sites de namoro.

“Com a regulamentação da união estável e seus efeitos, muitos casais preferem regulamentar o namoro por meio de um contrato. Isto porque, a união estável dá direito à herança, pensão e partilha de bens”, fala a advogada. Enquanto o casal não possui a vontade de constituir família não se pode afirmar que há uma união estável. Portanto, saírem juntos com amigos, dormirem um na casa do outro, ter uma vida íntima, não prova a intenção de constituírem família, é apenas namoro, e não uma entidade familiar. Christiane Faturi Angelo Afonso, explica que, por não existir responsabilidades entre o casal, ambos não possuem obrigações assistenciais mesmo que venham adquirir patrimônio enquanto namorados, o outro não terá direto a qualquer parte dos bens. “Mas, se ficar caracterizado a intenção de se constituir uma família, o contrato de namoro perde a validade, tornando-se uma união estável”. É importante frisar que o contrato de namoro não tem consequências jurídicas. Em casos do fim do relacionamento, o casal não enfrentará processos como a partilha de bens ou de fixação de pensão, diferentemente da união estável.

Podemos lembrar como era o flerte, a troca de olhares, os bilhetinhos, hoje tudo virou xaveco, (gíria) conversa de quem quer conquistar alguém. O namoro no portão de casa, sob os olhares dos pais, as cartas de amor, as quais supriam a saudade, e tudo isso, foi para as telinhas dos computadores. No passado, o romantismo estava à frente do prazer, que era vivido em sua totalidade, o que trazia rubor na face, mãos suadas, gaguejo, às vezes, muitos até faziam o papel de bobos, por tanto constrangimento, que precisavam enfrentar diante da família toda. E tudo era bonito, mesmo que tudo fosse estabelecido pelos pais, o namorado precisava expressar seus sentimentos baseado em delicadezas e romantismo, que no namoro atual ficou mais difícil de encontrarmos. E, ainda havia a severa vigilância, por isso, o namoro não demorava muito para chegar ao casamento.

Evolução Da Saúde No Brasil

A Constituição Brasileira reconhece o direito de acesso universal à saúde a toda a população, por meio de um Sistema Único de Saúde. Em 5 de outubro de 1988 é promulgada a Oitava Constituição do Brasil, denominada ‘Constituição Cidadã’, sendo um marco fundamental na redefinição das prioridades da política do Estado na área da saúde pública. Após ser criado o Ministério do Trabalho, os trabalhadores passaram a ter direitos antes inexistentes. Getúlio Vargas, conhecido como o pai dos trabalhadores começou uma política de proteção aos trabalhadores visando o apoio dos mesmos nos projetos do Estado, sustentando, assim, os seus interesses econômicos.

Para apontarmos a evolução do sistema de saúde no Brasil, é preciso primeiramente saber como sua história começou. A colonização do país trouxe também doenças que nunca haviam sido vistas pelos povos indígenas. Portanto, eles não possuíam anticorpos capazes de eliminá-las e muitos acabaram plano de saúde beneficência portuguesa campinas morrendo. presidência de Getúlio Vargas, houve reformulações no sistema a fim de criar uma atuação mais centralizada, inclusive quanto à saúde pública. Ação efetiva para regulamentação da Emenda Constitucional n.º 29, que trata do nascimento das ações e serviços públicos de saúde.

Com a queda de Vargas, em outubro de 1945, a eleição de Eurico Gaspar Dutra e a promulgação de uma nova constituição em 1946, o país inicia um período de 19 anos de experiência democrática. A saúde pública passou a ter uma estrutura mais centralizada com programas e serviços verticalizados para implementar campanhas e ações sanitárias. Assim a saúde pública e a assistência médica passaram a ser decididas em um ambiente mais democrático, caracterizado por disputas político-partidárias, eleições livres, funcionamento dos poderes republicanos, liberdade de imprensa e organização e demandas por direitos e incorporação. Essa definição a respeito do conhecimento de direitos sociais implicou, ao mesmo tempo, a associação entre assistência médica previdenciária e trabalhadores urbanos e a ênfase das ações de saúde pública como políticas e modelos de serviços voltados predominantemente para a população rural.

Em setembro de 1907, no IV Congresso Internacional de Higiene e Demografia de Berlim, Oswaldo Cruz recebeu a medalha de ouro pelo trabalho de saneamento do Rio de Janeiro. Estas medidas draconianas estarreceram a população e a oposição a Oswaldo Cruz atingiu seu ápice. Parlamentares e associações de trabalhadores protestaram e foi organizada a Liga Contra a Vacinação Obrigatória. Choques com a polícia, greves, barricadas, quebra-quebra, tiroteios nas ruas, a população se levantou contra o governo.

evolução do SUS

SUS

Destarte, os superintendentes do Inamps, que tinham um poder político enorme, anteriormente, passaram a não possuir mais poder algum, ficando em segundo plano, e quem passou a ter o poder foram os secretários estaduais de saúde, tornando-se gestores principais. No entanto, o Prev-Saúde acabou não sendo incorporado pelo governo e muito menos estabelecido na prática, dadas as resistências inter burocráticas assentadas no Inamps, a forte oposição das entidades do segmento médico empresarial e ainda as pressões oriundas do campo da medicina liberal e do setor privado contratado. Tais fatores contribuíam para que o Prev-Saúde não se concretizasse, tornando-se um projeto “natimorto”, e como tal, permaneceu como padrão das reformas sanitárias desejados pela sociedade, jamais atendidas pelo governo.

Líderes do movimento sanitarista passam a ocupar posições de destaque no âmbito político-institucional no país, coordenando as políticas e negociações no setor da saúde e previdência. Em decorrência disso, no ano de 1986, ocorreu a 8ª Conferência Nacional de Saúde, presidida por Sérgio Arouca, então presidente da Fundação Oswaldo Cruz. “Esta conferência foi um marco histórico da política da saúde brasileira, pois, pela primeira vez, contava-se com a participação da comunidade e dos técnicos na discussão de uma política setorial”.

A conferência contou com a participação de mais de quatro mil pessoas nos debates, evidenciando-se que as modificações no setor da saúde ultrapassavam, os limites de uma reforma administrativa e financeira. A primeira medida tomada foi a formação do Conselho Consultivo de Administração da Saúde Previdenciário, em 1981, como órgão do Ministério da Previdência e Assistência Social. O Conasp deveria buscar respostas concretas que explicassem a razão da crise no setor, devendo operar como organizador e racionalizador da assistência médica buscando diminuir e racionalizar gastos.